Guia: Testes & Auditorias
A VALLUS.GRC cobre dois níveis de trabalho de auditoria interna: o teste de controle individual (avaliar se um controle específico funciona) e o engagement — um trabalho de auditoria completo, com escopo, equipe e relatório.
Testes de Controle
Um teste de controle segue um fluxo com quatro momentos:
Planejamento
Escolha o controle a testar e defina o plano: o que será verificado e como (amostragem, tamanho da população, técnica de teste). A IA pode sugerir um plano de teste adequado ao tipo de controle.
Execução
Registre a amostra analisada e o que foi observado em cada item.
Resultado e conclusão
Registre o resultado (efetivo, parcialmente efetivo, inefetivo) e uma conclusão executiva — a IA pode ajudar a redigir com base no que foi observado. Se o resultado indicar um problema, você pode gerar um apontamento diretamente a partir do teste.
Revisão (opcional)
Se a sua organização usa revisão em dupla checagem (“4-eyes”), um segundo auditor — sempre alguém diferente de quem executou o teste — aprova ou devolve o teste com comentários antes de considerá-lo concluído. Essa segregação é uma boa prática de auditoria interna e, quando ativada, vale mesmo para administradores.
Cada teste registra automaticamente as normas e cláusulas que o controle testado atende — útil para justificar a cobertura de conformidade na hora de responder a um auditor externo ou regulador.
A ficha do teste
A ficha de um teste de controle é organizada em abas: Visão Geral, Execução, Conclusão e Apontamentos, Revisão (quando há revisor designado), Riscos, Normativos, Evidências e Histórico — cada uma reunindo só o que é relevante àquele momento do trabalho.
Governança do plano de execução
Assim que você clica em “Iniciar teste”, a amostra e a descrição de amostragem ficam travadas — não é mais possível editá-las livremente. Se for necessário ajustar o plano depois de iniciado (ex.: a amostra original se mostrou insuficiente), use o botão “Reabrir plano”, que exige uma justificativa — o mesmo princípio de transparência dos replanejamentos de plano de ação.
O executor designado para um teste precisa ser um membro interno da organização — auditores externos participam do engagement, mas não podem ser designados como executores de um teste individual.
Engagements de auditoria
Um engagement é um trabalho de auditoria completo — por exemplo, “Auditoria do processo de Concessão de Crédito — 2º semestre”.
Defina o escopo
O escopo pode combinar empresa inteira, uma unidade de negócio, um processo, um risco específico ou um conjunto de controles — da forma que fizer sentido para o objetivo da auditoria.
Monte a equipe
Designe o Lead Auditor e os demais membros da equipe (internos ou auditores externos convidados para o trabalho).
Escreva os objetivos
Defina o que a auditoria pretende avaliar — a IA pode ajudar a redigir os objetivos com base no escopo escolhido.
Acompanhe com insights de IA
A qualquer momento, peça à IA uma análise do escopo: controles que precisam de atenção, testes desatualizados, apontamentos em aberto relacionados.
Vincule os testes executados
Os testes de controle realizados dentro do escopo ficam vinculados ao engagement, compondo a evidência do trabalho.
Conclua com uma opinião executiva
Ao encerrar, registre a conclusão executiva da auditoria — a IA ajuda a sintetizar os achados num parecer.
Relatório em PDF
Ao concluir um engagement, o Lead Auditor (ou um Administrador) pode gerar um relatório em PDF, pronto para compartilhar: identificação, equipe, escopo, objetivos, testes executados, apontamentos derivados e a conclusão executiva — tudo num único documento.
Testes e engagements ficam disponíveis conforme o plano contratado da sua organização — veja Perguntas frequentes se tiver dúvida sobre limites do seu plano.